domingo, 31 de julio de 2016

INTHYFLESH

Origen: Portugal, Oporto
Formados: 2000
Estilo: Black
Temática: Muerte, nihilismo y oscuridad
Enlaces: Bandcampfacebook y Inthyflesh
Miembros:
  • Defunctum Guitarra
  • Njiord Batería
  • Sataere Voces
  • Tarannis Guitarra
Discografía:

  • Rehearsal Tape - 2001 Demo 2001
  • United by Blood and Sword Split 2002  
  • Onslaught Against Slavery Demo 2002  
  • Ode Nacional Demo 2002
  • Crawl Beneath Our Shadow CD 2004  
  • From the Deepest Night... Split 2006  
  • Lechery Maledictions and Grieving Adjures to the Concerns of Flesh CD 2007  
  • Derelict Austerity Demo 2011  
  • Claustrophobia CD 2011
  • A Gaze upon the Abyss EP 2012  
  • Inthyflesh / Insalubre Split 2013  
  • Inthyflesh / Sentimen Beltza Split 2013  
  • Do Sangue que Verte Veneno EP 2014  
  • Plunders from the Vault Recopilatorio 2015  
  • The Flaming Death CD 2016
CLAUSTROPHOBIA (2011) 
"Claustrophobia" supuso el tercer álbum para la banda de Satarae en sus ya dieciséis años de trayectoria y viene a ocupar un lugar destacado dentro de la escena del black metal lusa, escena que de un tiempo a esta parte viene ofreciendo de manera regular, no ya sólo nuevas entregas de bandas consagradas, sino que también la eclosión de otras nuevas que van manteniendo viva la escena. "Claustrophobia" es un álbum denso y oscuro que en buena parte del mismo podemos encontrar claras referencias la black más tradicional sobre todo en cuanto a la atmósfera ofrecida, Hablo de atmósfera porque el factor opresivo y denso está perfectamente reflejado en el álbum, el oyente se ve atrapado en un mezcla de muerte y oscuridad, que casi que me atrevería a comparar a la soledad de transitar en una fría y lluviosa noche invernal por algunas de las muchas callejuelas de la zona vieja de Oporto y que van a morir al Douro en medio de la húmeda niebla. El sonido está bastante elaborado y permite al mismo tiempo una clara orientación clásica, como también un acercamiento a las nuevas corrientes que están emergiendo en el país vecino. Ni que decir tiene que este álbum estaría incompleto sin la presencia de las torturadas voces de Sataere, que provocan y acentúan la sensación de abatimiento, soledad y podredumbre presentes en todo el álbum. Inthyflesh sin lugar a duda merece un reconocimiento destacado dentro del black portugués más actual. (8,1).



1. Da Nossa Carne 06:55
 Recatados eflúvios que se revelam
em abundante mijo.
Grave menina,
não demando a tua carne,
apenas a ascosidade e tribulação.

Tenra mas rotinada,
a lançar pulso na carne
que resvala intumescente
entre vómito e saliva.

Mordi-te em sangue,
no teu sofrimento reside
a engastada pronúncia da minha libido,
os prazeres fundeados na consanguinidade.

Logra a réstia da vida,
engulipa o orgulho e a minha foda
Fustiga-me em reverência,
demonstra o teu nervo e ímpeto.

Demudada pela recusante pertinácia,
ultrajas-me com modos de rebeldia
néscia e eloquente.

Tesouro de enlevo feroz,
avocas-me pelo instinto eversor
de provocações e dor latejante.

Oh! Requinte atroz do encante.
2. Abismo Interior 05:52
É nocivo recusar os ímpetos
de tenaz desacerto e lascívia
em imutável erupção.
Instiga a irrisão renegar
o assombro infligido
pelo agreste sentir.

É ódio ou infortúnio este ardor,
todo o clamor descomedido
em suores e tremores,
em máculas e abismos,
no desassossego bailante da dúvida.

Destarte pertences-me
num alvor de entrega total,
sem alma mas em devoção carnal!
Fustigo a veleidade de dispêndio,
quero-te cruel na minha sanidade,
golpeias-me de malícia
e revela-se efectivo
que nem chagas de sujeição

E assim integras-me
na encruzilhada de ser,
em labirintos mascarados
com cinza da flama que haurimos
concretizando a minha posse por ti.
3. Devaneios de Rejeição 04:41
Esse coração era meu despedacei-o contra o tempo. Não há nada que me possa matar de que eu já não tenha morrido. Libei a morte em todas as cores mas continuo cinzento. Consagrei o peito à fatalidade, conselheira, alcoviteira, será minha consorte. Perduram as angústias e a inquietude constante desenfreada, impulsionada pela negação do meu jazer. Envido matar de morte sofrida com arrepios de anseios descobertos ao acordar, onde as sombras surgem sem corpo, onde o lume se consome no olhar. Será que destilarei os vapores da morte, com fervor cósmico? A morte é um suspiro de elegância de rasgada prematuração. De nada servirá o precato, nem enleado recato, sobre a tua cerceada existência, rudimentar conjugação de má sorte.
4. Hasteado ao Infortúnio 10:35
Rude tristeza
que abarca o olhar
de olhos inundados,
trémulos como a chama, um círio,
farol do imprevisível
de abusos que se revelam,
de traições que se rebelam.

Içados ao sublime
pelo meneio do estéril,
de vaidade compulsiva
e enferma de si mesma.

Manifesto de um adeus solitário,
rigidez arisca,
cinismo de mil faces
que arrebata em incandescência.

Tormenta que inundas
os sentidos perdidos,
macerados numa teia de conspirações,
num rio de palavras
que desagua sem significado,
gélido e sôfrego
de um toque atento,
de um golpe de intenção.

Vidas entorpecidas de viver
são sombras em corredor estreito
da noite iluminada pela suspeita
e vil memória que definha a carne.

No silêncio, só o choro de quem desiste
e logo então sabe que a alma não existe.
O desespero tolhe a vontade
que se agita em mudo e gritante infortúnio.
5. Perdição no Vício d'Austeridade 07:05
Portas entreabertas que não revelam o juízo cínico e amasiado com a libido. Respeito, euforia, que convergência! A lubricidade afoga a alma divina. Um golpe de intenção, assaltos de impaciência, ceifaram incautos cingidos a rectidão sofrível avultada por fervores d'índole má reputada. É o cheiro denso a clausura, o moto do contra-natura que invade, liberto, todos os cantos deste recanto de amor que se nega em ciclos. A indulgência d'um novo século, um mundo sem fim tolhido na sua exiguidade. Qual berço embalado na angústia e na agitação de quem se masturba, por fim. Paredes empilhadas de memórias, um chão manchado de ilustrações e missivas nocturnas de afazeres embriagados pelo despudor. Do alto da aparência oca, e diplomacias em cadeiras de veludo como os vestidos, rasgados, transpirados de açoites e olhares agrilhoantes.
6. Enfermidade Delirante 01:38  instrumental
7. Alvoroço de Antecipação 06:45
 Desnuda-te, em régia provação,
arrazoa os crimes a serem cometidos.
Carícias que fulminam, qual cicuta,
e outras malícias latentes
como eufemismos dolorosos.

Perfídia no mais venusto trono
incitante de avidez
de disputas de ufania e exício.
Ânsia madrasta,
desfastio feroz.
Carne grácil, negácia
de volúpia e sangue
que ferve e verte
sabor férreo que se impõe
ocupa os sentidos
em deleite, num altar
de delitos

Em tu braceiro as ilusões ilustrações
do meu iníquo íntimo.
É básico o instinto,
é brioso o desejo
lamentando a sorte
de momento tão fugaz.
Impõe-se fatalidade
que se vai, depois de vir
em assombro,
arreda-se após a procela.

Brinda-nos agora com despudor,
exalta-nos o ardor além-amor.
8. Sôfrego Desencontro 05:33
  E tudo se esvanece no desencontro,
ofusco-me no brilho da tua carne polida.

Na dança das pétalas de perfume sentido
e vezeiro embora vernáculo.
Ora restrinjo-me ao abraço da saudade,
macilenta, que refreia.

E ao alcançar-te revejo-me em labirintos
visão como agulhas que invadem
em matéria do corpo.

Mas tentado pela palidez marmórea
ergo-me no cúmulo de te permear
com avidez, que me esvazia.

Entrego-me ao abismo
instigado pela ausência que a tua dor
completa e transpõe em sangue.
9. Submerso em Instantes 07:14
Artérias de ruas cegas
de uma cidade imunda
que desperta em silhuetas
numa pálida madrugada intensa
cuspida por ténues luzes.

Inundada de odores de cio
de putas vigilantes
e sedentos olhares de cobiça,
ofício de mil-artes.

Rios de vómitos sulfúreos,
o nojo comum em vala aberta
e descoberta num desatento
golpe de declínio.

Enferrujados e estranhos maneirismos
desequilibraram o efectivo
num lamaçal de bizarras conjecturas
e cinismo cimentado em cada esquina.

Desfaz-te mundo
nas minhas mãos,
esgota-te em submissão
entrega-te ao meu destino.
  56:18







Standard deluxe edition, [2 LP] 12'' vinyl edition pressed on black, 180-gram vinyl. Double 350-gram gatefold, UV gloss varnish, inside flooded in black, with 24 page booklet glued on the inside. Comes in a plastic overbag.

Artwork and layout done by the band.
With special performances by Kark /Dødsengel and Edgar Kerval /Emme Ya.

Tracklist:

SIDE A

Dealing with the Veil 
Blood Royale 
The Lifting of the Veil 
Endless Light

SIDE B

Carrying the Forbidden Flame
Spirit Eater 
Procession of the Silver Fire 
Enter the Unknown 

SIDE C

Of Tomb and Thirst 
The Luminous One 

SIDE D

The Rose and the Cross 
Piercing the Veil 

Released by Lamech Records & Terratvr Possessions

HAZTE CON ÉL EN : BLACK METAL SPIRIT STORE O DISCOGS

sábado, 23 de julio de 2016

AD NEBULA NIGRA


Nueva banda procedente de Burgos al frente de la cual podemos encontrar a Chicote (Authority Crisis, Graveyard of Souls, Mass Burial, Logical End), que para la ocasión a contado con la colaboración de diferentes músicos para la grabación su primer larga duración como Ad Nebula Nigra. "Ad Nebula Nigra" consta de diez temas que en poco más de treinta y cinco minutos entrega un black metal de deferentes influencias pero en donde predomina sobre todo un sonido muy thrash. Chicote se ha sabido rodear de buenos músicos para lograr ofrecer un álbum variado, que sobre todo logra transmitir calidez y donde una seña de identidad importante es la variedad que podemos encontrar entre los temas, que aún conservando ese sonido thrash, logran acercarse a terrenos cercanos al speed, al rock, al pagan, en definitiva un álbum muy recomendable que tiene en el buen hacer de los riffs de guitarra un claro elemento diferenciador. el álbum ha sido editado en formato cd por el sello Necrocortex, al mismo tiempo que en su página de bandcamp podemos escucharlo íntegramente, así como en su facebook tenemos cumplida información sobre este proyecto.





HELHEIM -"Heiðindómr ok Mótgangr" 12"GATEFOLD LP 
label: WITCHING HOUR PRODUCTIONS 
format: 12" BLACK VINYL 
year: 2013
country: NORWAY 
genre: VIKING BLACK METAL


Vinyl edition of latest album.12" black vinyl,350gsm cardboard gatefold cover.

LIMITED TO 444 COPIES ONLY !!! 

SIDE "A"

1. Viten og Mot (Sindighet) 
2. Dualitet og Ulver 
3. Viten og Mot (Stolthet) 
4. Maðr 

SIDE "B"

1. Viten og Mot (Årvåkenhet) 
2. Element 
3. Nauðr 
4. Viten og Mot (Bevissthet) 
5. Helheim 8

HAZTE CON ÉL EN : BLACK METAL SPIRIT STORE O DISCOGS

miércoles, 20 de julio de 2016

THE REVENGE PROJECT


Origen: Bulgaria, Bourgas.
Formados: 2000
Estilo: Black progresivo, death
Temática: Diablo, muerte y oscuridad
Miembros:
  • Articorse Bajo y voces
  • Deimoz Guitarra y voces
  • Kalhas Batería
  • Petyo Kolev Voces
  • Staffa Guitarra y voces
Discografía:

  • No Chance to See the Sun Again Demo 2002  
  • The End Is Coming... EP 2004  
  • The Dawn of Nothingness CD 2005
  • Through Blood and Ashes CD 2008
  • The Neverending CD 2012
  • Figment Paradise CD 2015
  • Deceit-Demise CD 2019
FIGMENT PARADISE (2015)
Poco se puede decir ya de los bulgaros "the Revenge Project", solo que aquel que todavía no los conozca que se ponga a ello desde ya. Con una carrera más que extensa, en cada nuevo lanzamiento, y ya van cuatro, vuelven a ofrecer otro gran trabajo de death metal con diferentes influencias, pero sobre todo demuestran ser una banda bien engrasada, que en cada nuevo paso logran ofrecer un álbum mejor que al anterior. "Figment Paradise" despacha en poco más de cuarenta minutos un álbum de death metal, que por extraño que parezca, no se ha refugiado en la brutalidad ni en la violencia de sonido para hacerse un hueco en la escena, no, lo de "the Revenge Project" va por otros cauces, conscientes que no tienen que demostrar nada a nadie, solo a si mismo, han logrado crear un álbum que suena a death clásico en donde el oyente puede apreciar todos y cada uno de los instrumentos. Inmensos, agresivos y violentos riffs, forman el sello de identidad el álbum, riffs que a veces suenan más death, pero que otras recorren caminos próximos al thrash o al doom, a la par que las agresivas voces van elevando el tono de las composiciones que no estarían del todo completas sin el buen hacer a la batería de Kalhas, que sin sonar contundente ni subido de tono, si acaba por hacerse notar y el oyente puede disfrutar de algunos momentos destables. "Figment Paradise" no es un álbum de death al uso, sobre todo para la claridad del sonido y la calidad del mismo, tampoco es un álbum corriente porque una vez más "the Revenge Project" ha hecho lo que le ha dado la gana, sin seguir patrones ni moda, y ha sabido integrar diferentes influencias de una manera bastante brillante. (8).




1. Redeemers and Believers 05:19
Welcome to a world of confusion and dismay
Where past is present and all progress goes astray
The Earth is flat and always will be
Future is bright and it looks just like this

Wars, plagues and horrors
Landscape of corpses blood and rotting flesh
Body and soul are shattered
Body and soul exist no more

History repeats for the worse every time
Modern warfare cast upon the human kind
Diseases cured and diseases yet to discover
Obliteration ‘till the day it is all over

Wars, plagues and horrors
Landscape of corpses blood and rotting flesh
Body and soul are shattered
Body and soul exist no more

Religions – to keep you apart
Society – a hollow idea
Afterlife – the ultimate lie
Same old story again and again

History repeats and it is getting worse and worse
Extinction underway when all control is lost
People are dying for their gods, their redeemers
And gods are dead when there are no more believers
2. The End of Days 04:20
  I see the waves of blood
Sweeping everything
Isee black clouds covering the sun
The life will fade away
No hope for all of us
I see the twilight of mankind

CH.
Shadows will dwell on the earth
When life and death are just the same
Darkness and cold are everywhere
This is the end of our days

I hear the hopeless screams
Of thousand dying souls
I feel their pain
I sense the smell of death
Which path lead us here on the edge of nothingness
Which god wants us to die

CH.

Sin after sin
We build the way
We build the bridge to oblivion
Step by step
We are so close
We are so close to the end

CH.

The end of days
3. Road To Revenge 05:07
  Reveeeeeeeeeeenge

They don't care about your life
They keep talking only lies

What is the difference
Between revenge and justice
Is there justice in revenge
This is the question
Which keeps me awake at night
This is the pain in my heart

CH.
Now i'm thinking of revenge
And i shall dig two graves
One for me that's for sure
But the other is for you

It's for you

I have nothing i've lost everything
They left me here in misery
They took my dreams they took my future
There is only anger left inside

CH.

Trust once lost-you can not find
Heart once broken-you can't repair
Soul once hurt-you can not heal
Blood once spilled-wants to be avenged
4. Son of Abyss 06:34
  Denial is not an option
You're also one of them
Many like you stood in my way
Many wanted me to die

Completion of a mission
A mission of my own
And when I'm finished here
A new religion shall be born

I am the son of abyss
My eyes see black and white
Black as the eternal shadows
White as the coffin nails

What made you so pathetic
Which power killed your dreams
Now that you're weak and worthless
You will face your new sweet Lord

"To each his own", you utter
"To each his own", you crave
But since I bought you soul for nothing
You'll forever be my slave

Instincts and intuition
Is my way to keep you down
And by means of repetition
Every truth will come undone
5. The Chosen One 04:32
  Prisoner of the limitations of my thinking
A place from which I cannot escape
My dear friends become my enemies
Life for me changed from bad to worse

I think I found salvation
Ready to kill at every occasion
I preach morals I don’t understand
Ready to sacrifice peace on demand

A whole new world to discover
Something I have sought all my life
A truth not known by others
Wisdom I shall reveal to the world

I AM THE CHOSEN ONE!

What truth am I referring to?
My own or someone else’s?
Which slavery I fight against
when my own freedom’s taken

Whose lives deserve to be
Robbed, blown, ruined just like that
By the god-loving preacher
Ma-ni-ac and psychopath


I think I found salvation
Ready to kill at every occasion
I preach morals I don’t understand
Ready to sacrifice peace on demand

The slumber I am in is darker than night
And I don’t want to wake from this nightmare.
No return from the bleak paradise
Where God is standing right before my eyes

I AM THE CHOSEN ONE!
6. Monument of Hatred 04:44
  I build the monument of hatred
Right here on the dead remains of love
I'm standing proud waiting for the storm
i know i will not survive this time

My monument of hatred

All my life i'm searching for the evidence
Of humanity and pure true love
I'm looking for the signs of morality
And here i find another form of hell

CH.
Wake up no one cares about you
Look around and tell me what you see
True love another big deception
I build the monument of hatred

Look at these stone walls
Do you see the strong foundations
They are built in every human heart
They are part of the monument of hatred

CH.

I build the monument of hatred
Right here deep in every soul
On top i put the one who deserves it
I put the human being
7. Rise Up 05:39
   From day one on this planet
You’re a part of a master plan
Like a pawn in a chess game
You’re up to sacrifice

Your life is not worth shit
Your face does not exist
Orders are to be followed
Your existence is complete

CH.
Rise up, thrones are falling
Rise up, fight the tyrant
Rise up, be your own god
Rise up, never give up

History of kings and servants
History of war and peace
But the rich are getting richer
And the poor live in the dirt

Mass infections and pandemic
Billions extinct like flies
Luxury is epidemic
Being human makes no sense

CH.

End of an era
To break the system before it crushes you
It is now or never
It takes a day for them to get the upper hand
and fucking bring you down

End the oppression NOW
8. Figment Paradise 05:59  
 Beyond the stone walls
Deep down the stiff soil
A seed is waiting
To grow a lightning

Longing for immortality
In the darkest dream of your insanity
Longing for salvation
When there is no hope no expectations

CH.
Keep on longing for the end
We’re all going there someday
Life is slowly passing by
To a figment paradise

Visions endearing
Of love and caring
So close yet distant
Perverse and twisted

My feelings are pagan and false and my words are a blasphemy
But your faith is absurd and you’re nothing but a dog on a leash
Your morals are foul and you are destroying your destiny
Yet you choose to believe someone’s words because you’re destined to be
Blind forever

CH.
  42:14
 






miércoles, 13 de julio de 2016

SKAUR


Origen: Noruega, Bodø
Formados: 2003
Estilo: Black
Temática: Depresión, mitología, muerte y temas nórdicos
Enlaces: Facebook y Skaur
Miembros:
  • Hetzler Batería
  • Ivel Guitarra
  • Normann Guitarra y voces
  • Simon L. Bajo
Discografía:

  • Maatte min doed bli Helvete Demo 2003  
  • Farvel verden Demo 2004  
  • Skaur Demo 2004  
  • En hymne til dauden i IV capitler Demo 2005  
  • Fullmånesang Demo 2005
  • Nordmann Demo 2005  
  • Pesta kommer Demo 2005  
  • Promo 2005 Demo 2005  
  • En hymne til dauden Demo 2005  
  • ...vom Nachtnebel umarmte Wälder Split 2006
  • Walking the Sinister Path... Split 2007  
  • Promo 2009 Demo 2009  
  • Skaur CD 2011  
  • Gravoel EP 2014  
  • Farvel CD 2015
  • Nordnorsk svartmetall Recopilatorio 2016

FARVEL (2015)  

Originalmente creado como una one man band, tal vez con un componente más ambient en su música que el actual, es a partir del 2008 y después de un par de años de descanso, que Normman vuelve a retomar Skaur, está vez con un concepto más de banda y teniendo en Hetzler a la batería un pilar fundamental en este regreso con una orientación más black. Su último álbum hasta la fecha son más de cuarenta minutos de puro Skaur, capaz de sonar agresivos y violentos pero con una música que logra aglutinar elementos melódicos de clara procedencia nórdica de la mano de un gran trabajo a las guitarras. "Farvel" es un trabajo que hay que ir descubriendo poco a poco y es que en cada nueva escucha uno acaba por apreciar siempre algo nuevo, ya sea esas sutiles y tristes melodías en segundo plano y que sirven en la mayoría de los casos como sustento de todo el entramado musical, ya sea también las acertadas líneas de bajo, el buen hacer de Hetzler a la batería o las buenas voces de Normann que tanto desprenden agresividad, frialdad, tristeza o desesperación. Sin lugar a dudas Skaur pertenece a ese puñado de bandas capaces de no dejar indiferente al oyente, sobre todo por lograr ofrecer una música agresiva y directa que sin embargo una vez analizada consta de infinidad de diferentes elementos que al mismo tiempo la hace compleja, pero que sobre todo destaca por saber transmitir una atmósfera fría y nórdica, a la par que integra emociones cercanas a la rabia y el dolor. (8,5).




1. Skillingsvisa 07:02
Som Skyggen svinder Livet bort, Tung er den Vei vi træde,
Vor Ungdoms favre Vaar er kort, ustadig al vor Glæde;
Alt spirer modner og forgaar; Syv Gange Ti er Støvets Aar,
Og sjelden, sjelden flere.
2. Sommer 08:38
Raatnet, forpult og jaevlig tilfall skammens offer Soendagens livsloenn Kuldens forgiftede sommersol sorgens blaakvalte himmel begjaerets fordoemthet Fortaerer og sliter hater og skriker du graadige pine i angstfulle time Fordervelsens daap Og reven forbanner sitt moerke! Gravfyll og jammerskrik savnets aapne saar river soender og sammen Kryper naken, forlatt fra mandighet og aere La alle faa se naar den vesle gutt boikotter sitt selv… Hvite roser visner…. Hjertets gull og gravens sølv Vaakenattens mare ri en hjerteloes kropp dit droemmen doer gjoer haap til skamme Sommeren…. To tusen og helvetes tretten!
3. Gammeldaga 06:49
 «Og kjærligheten blev verdens ophav…»
Dens fordervede haand
paa det jordslaatte folkeferd
Fabler om det eviggroenne skjoed
la seg nakkevridd rundt levnets hugsott
Fruktloest og forspilt
Livsgiver, doedsdriver
Til dets evne utspilte i manns overmot
gikk selvmordets lyteloese aargang i moete
Blaablodets grumsete brudesloer 
renner nord og ned stitraakkete fjell
Forhatt…
Men aldri forlatt!
Og havdoetre slaar med andakt mot fjaerestein
da ljaaen paa naustdoeren banker
bare kraakefugl synger med lutret roest
om bortgjemt skatt fra gamle dager
La lysluggenes kamprop igjen nordover runge
da treets morkne rot ligger for raate
aereskjellet i gravsinnets oerkenjord
Nordland forsoeples ved svikerens tunge
helveien er dekket med hvite roser…
Moerketidens erotikk
mot den lysende forakt
La det levende lik snoeen begrave
I Bodoe by’s fordervede have!
4. Maate min doed bli helvete 05:46
   Av synd maa boete livets kjoed
da hensank dypt i sorgens vee…

Forglem oss ei
vi som aldri kom hjem
Syng for han
da livloes soekte doedsriket
Husk oss som barn av solskinnets skygge
Takk og Farvel
for alt mitt aldri var

Dyder gravlagt i sinnets borge
min doed bli helvete Nord i Norge!

«Tida lakke!
Det er paa det Sidste!»
5. Norland 05:44  
I
Havets troest naar solen daler
stjerners vrimle paa himlens skue
Svaevet mellem boelger blaa
ploeier sjoeens tross og fare
her fisker gav seg hedersnavn
Norlands haarde kyster
II
I vindens susen, i stormens brag
I soekk og soe, i snefok og tykje
Orkaners hyl om sjunkne vrag
paa ligbaat sliter livets foede
Slektsledd draugen taerer soender
her blaagap slukte livets groede
III
En aegtemage sorgtung gaar
og taali baerer korsets smykke
Lysets troest i moerketider
Naar doedens kolde hand i dypet senker
Legemet, – og vaaden grav er lukt
Det stille suk som hjertet lenker
IV
Hvil da soedt paa havets bund, under salte vande
Din gjernings loenn av hjertens grund
En sjoekars kolde brudeseng
til leie ned i vaate grav
Nordlandsmannens foerste elsk
den hvite moey paa dype hav
6. Farvel 08:45  
 Blod og taarer
de evige nattetimer
livets timeglass
Jeg er din til doeden…

Lengselens vaake
minnets vokter
tvende hjerter
Jeg er din til doeden…

Klarblaae oeyne
tapte sin farve
graamalt livssyn
Jeg er din til doeden…

Sorgsangens tonefall
langmodighetens forfall
skjebnegangens utfall
Jeg er din til doeden…

Tunge hjerteslag
vekten av tomhet
Avgrunn, nedgang, bortgang
Jeg er din til doeden…

Smertens/Doedens inngang
Lykkens/Livets utgang
kjaerleikens doer
Jeg er din til doeden…

Farvel

Haapets igjenferd
gravlykt i moerketid
liksoevn forloeser
Jeg er din til doeden…

Fortapelsens klagerop
mot taushetens murer
til Guder og Djevler
Jeg er din til doeden…
…men doeden er min
Doeden er min!
  42:44